Não se enganem, a Budi não está cobrindo nenhum evento religioso ou entrando para o seminário. :)

Estamos sempre preocupados em servir a parcela mais necessitada da sociedade, seja apoiando projetos, suportando soluções a preços abaixo do custo ou mesmo doações. A Igreja, orgão dos mais importantes para a fundamentação de uma sociedade justa, também se inclui nesta lista de bem quistos da Budi.

Neste caso, auxiliamos o seminarista Erick Marçal a implementar o blog Direto da Sacristia que divulgará artigos e notícias católicos.

Se você faz parte dessa parcela da sociedade “sem fins lucrativos” podemos desenvolver soluções especiais pro seu projeto. Faça contato, estamos sempre prontos para te atender.

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Estudo aponta adoção das redes sociais para melhorar processos de comunicação. O recurso tecnológico já está na mira de 65% das companhias.

Um estudo global, conduzido pela consultoria Watson Wyatt, consolida a idéia de que as redes sociais são muito mais abrangentes do que o uso em propaganda e promoções. De acordo com a pesquisa Communication ROI, 65% das empresas planejam utilizá-las para melhorar seus processos internos de comunicação já em 2010.

O levantamento foi feito com 328 companhias de vários países e os resultados mostram que as empresas estão em pleno processo de melhorias de suas plataformas eletrônicas de comunicação. Cerca de 78% delas melhoraram suas infraestruturas nos últimos 24 meses, 55% implantaram programas de comunicação face-to-face e 48% buscaram formas de diminuir os memorandos e relatórios impressos.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, é natural que essas companhias procurassem inovações ainda maiores para redefinir a forma como se comunicam internamente. Para Kathryn Yates, consultora da Watson Wyatt, os empregados mostram necessidades novas de adequar suas agendas e afazeres de acordo com as mudanças rápidas de mercado e as empresas estão explorando as redes sociais como uma nova fronteira nesse sentido.

Atualmente, vivemos uma fase intermediária entre as antigas plataformas de comunicação interna e as novas, baseadas nas novas mídias. Embora haja muito interesse e isso deva se consolidar já no próximo ano, por enquanto há desafios a serem resolvidos. Muitos pesquisados apontam dificuldades na implementação dessas novas mídias. Há problemas técnicos ou de usabilidade para 36%, outros 40% reclamam de falta de conhecimento sobre os tópicos e 45% das empresas sentem falta de participação maior dos funcionários nas mídias sociais implantadas internamente.

Nesse retrato atual, os meios internos de comunicação permanecem mais populares. As reuniões de grupo são preferidas para 73% e outros 43% ainda preferem a intranet do jeito que está. O estudo completo pode ser conferido no site da Watson Wyatt.

Fonte : HSM

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As redes sociais têm ganhado muita importância no mundo online e offline. Todas elas dividem os mesmos princípios: encontrar amigos, estabelecer contatos e compartilhar coisas com eles. Agora, alguns sites estão usando as mesmas tecnologias para o efeito contrário: ajudar você a não encontrar pessoas e não compartilhar nada com ninguém. Em grande parte, essas redes são uma crítica aos pressupostos das redes sociais e um alerta de compartilhamos coisas demais na internet.

Conheça alguns exemplos:

Please Rob Me
Redes como o Foursquare permitem dizer a todos os seus amigos onde você está. Mas muitas pessoas configuram o serviço de modo a mostrar seu paradeiro para todo mundo – e não apenas a pessoas confiáveis. Significa que, onde quer que elas estejam, não é em casa, o que a torna um bom alvo para assaltos. O site lista essas pessoas com casas “assaltáveis”.

Seppukkoo
É um site que ajuda você a eliminar seu perfil no Facebook e ainda faz isso com estilo: além de deixar uma mensagem de despedida, ele cria uma página em sua memória.

Twatter
É como o Twitter, mas com a intenção de não ter nenhuma mensagem interessante, profunda ou educada. Tem também a versão britânica, cuja pergunta na home é “What the fuck are you doing?”.

Avoidr.com
Um site feitos a partir do Foursquare que localizam seus inimigos e dizer onde você não deve ir.

Ruduzu.com
Rede social feita para pessoas reclamarem de tudo.

Tyrannybook.com
Uma campanha feita pela Anistia Internacional de Portugal para educar a população a respeito da ação de ditadores mundo afora. Continha o perfil de vários deles – como Ahmadinejah e Kim Jong-Il – e permitia que você ficasse “amigo” deles e acompanhasse qualquer atrocidade que ele fizesse. Deu tão certo (com mais de 2 milhões de visitantes) que a Anistia precisou fechar o site ou do contrário gastaria dinheiro demais em banda.

fonte:  SuperInteressante

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1 – Se você não está mensurando mais nada, métricas para mídias sociais não serão o problema.

Métrica é uma disciplina e precisa estar espalhada por todo o negócio. Se me perguntar sobre ROI (sigla em inglês para retorno do investimento) , valor ou impacto da mídias sociais e como medir isso tudo, eu precisarei saber como você determina essas mesmas coisas para as outras áreas da sua atividade e pedir que você adapte parte delas para suas iniciativas sociais.

Se não está mensurando nada, terá que mudar de atitude. Adquirir meios de coletar dados e as pessoas certas para analisá-los. Nomear alguém que gerencie e dedique tempo a esta atividade e uma equipe que esteja comprometida em fazer com que isso apoie a sua estratégia. Os dados estão disponíveis. O problema não é esse. O pulo do gato é saber juntar os pontos.

2 – Métricas não são o objetivo.

O objetivo não é ter lampejos de coisas que podem ser valiosas e então agir com elas. Métricas são um ponto de partida, um caminho, mas não o objetivo em si. Você não ganha um cliente só porque faz mensurações.

Provavelmente você já perdeu muito mais tempo interpretando e agindo sobre seus dados que os coletando e formatando. Por quê? Porque é a análise que rende direção, planejamento, ações, ou o que quer que você prefira chamar. Você começa com os dados e termina com um plano de ação. De outra forma, todo o processo (e o tempo investido) terá sido em vão.

3 – O ato de medir não é tão importante quanto mensurar resultados.

Conseguir fãs no Facebook é uma atividade. Fazer com que eles respondam às suas ofertas, assinem a sua newsletter, comprem (ou não) seu produto, é um resultado.

Quantidade de posts em um fórum é uma atividade. Quantos deles se convertem em downloads do seu  mais novo aplicativo para iPhone é um resultado.

Siga-me? Sempre nos pegamos tentando divulgar tudo o que fazemos, mas nos esquecemos de pensar no que realmente é relevante na hora de fazer essas ações se transformarem em conversões – nos dirigir aos objetivos. Falando nisso…

4 – Métricas são determinadas por objetivos.

Aprenda a criar objetivos tangíveis e métricas eficientes praticamente caem no seu colo. Se você sabe muito bem para onde está indo e tem uma clara definição do que significa atingir seus objetivos, os sinais que te mostram se você está perto, longe ou bem no alvo se tornam bem aparentes.

E para isto, você não precisa de 40 tipos diferentes de avaliações do seu progresso em direção ao seu objetivo. Normalmente, poucos tipos de relatórios já bastam. Se a sua intenção é aumentar a percepção da marca, pode procurar pelo número de menções a ela, por exemplo.  Se elas aumentam, você sabe que está no caminho certo, então, continue nele.

5 – Causa e Correlação são coisas diferentes.

Por Causa, entenda que algo que você fez levou alguém a agir. Direta e, na maioria das vezes, singularmente. Há uma linha tênue entre iniciativa e resultados.

Correlação é algo mais indistinto e é onde a maioria dos auto-intitulados especialistas em mídias sociais trava.  Trata-se da relação, geralmente de causa e efeito, entre duas características de sua campanha. Mas essa relação não exclui outros fatores. Complicou, não é?

Isso é realmente bem difícil de se entender logo de cara, porque estamos sempre tentando provar que é causa (mais direta e fácil de identificar), mesmo quando a correlação se mostra tão ou mais valiosa para justificar nossos esforços. Para simplificar, pense em correlação como uma maneira de contribuição ou de influência. Por exemplo: se você está fazendo uma campanha mais de um canal de em mídias sociais e vê as estatísticas aumentando em ambos, você pode dizer que esses eventos estão, muito provavelmente, correlacionados e não que um é causa do outro. Entendeu?

Lembre-se de hoje, há muitas maneiras de se chegar a prospects e clientes e causar impacto com o que fazemos. Pragmatismo e prudência são importantes quando você for analisar esses aspectos, pois ainda é impossível rastrear cada interação que as pessoas têm com o seu negócio.

Se o conceito de correlação vantajoso, por que sempre se ouve falar em causa? A resposta é simples: queremos crédito. É muito melhor dizer ao cliente que o resultado só foi possível “por causa” da ação que tomamos. Assim também fica mais fácil justificar gastos, tempo, pessoal. Mas a única maneira de provar a causa de maneira irrepreensível é ajustar apenas uma coisa de cada vez, assim você pode saber com exatidão o que foi o motivador do que, quais as correlações foram criadas a partir disso e depois disso, a sua causa não poderá ser questionada. Eu sei que isto é muito difícil de se fazer no mundo real. Não há muito tempo para experimentos científicos. Esse tópico é basicamente para entendimento do que pode ajudar ou atrapalhar.

6 – A parte difícil é a análise e não a mensuração.

O fator humano é bastante complexo. Coletar dados é fácil, assim como classificar e calcular. A verdadeira questão é: o que isso me diz e por que? O que isto me diz sobre a eficácia e o impacto de minhas ações?

Esta é a parte difícil porque nenhuma ferramenta pode te responder. Nenhum estudo de caso, por mais bem feito, e aplicável ao seu negócio vai mapear precisamente o caminho que você precisa seguir.  Ninguém pode te entregar um “Instant ação de social media implementator” (se bem que até me dá algumas boas ideias). Ainda é preciso estudar os dados, confrontá-los com seus objetivos e usar as métricas como um processo incluído em toda a cadeia.

7 – Padronização tem limitações.

Você deve ter contato com métodos padrão de métrica, do tipo engajamento ou percepção. Mas aquelas que são exclusivamente desenhadas para as suas necessidades não estão sujeitas a virar padrão tão cedo. O padrão serve como um ponto de partida para o que você vai acabar tornando exclusivo e algumas vezes você pode adotar um método que até tem um nome padrão, mas os meios de cálculo e obtenção de resultados são únicos (Satisfação do cliente, por exemplo).

Ao invés de se dedicar a métodos universais, invista mais naqueles que podem agregar valor estratégico para o negócio. Não importa o que o sujeito da empresa em frente usa, a menos que você precise de um pouco de “inspiração”.

8 – Relatório não é resultado.

Assim como no tópico 2, simplesmente desenhar um gráfico não faz nada. O que dá resultado é mostrar que, com o que foi apurado e analisado, a estratégia deve seguir no rumo ou ajustar alguma coisa para melhorar os resultados.

O relatório, na verdade, é só o começo. E relatórios só com números e gráficos somente não ajudam muito. A eficiência está na habilidade de interpretar e traduzir aquilo tudo. Quando você se reporta sobre impressões de relações públicas, alguma vez é perguntado a quê você atribui tais conclusões e quais recomendações você faria baseado nas informações ali contidas? Você já pensou nisso? Por que?

9 – Não é preciso ser complexo para ser efetivo.

Principalmente quando se está começando, não necessariamente se deve trabalhar com índices complexos para chegar onde precisa. Às vezes, a simples correlação entre a medida da percepção da marca e o gráfico das vendas em determinado tempo pode te mostrar onde pode haver uma boa interação e onde você pode começar a agir. Para facilitar, tente fazer assim: junte uma métrica qualitativa (como satisfação do cliente) e cruze esses dados com uma quantitativa (como taxa de cliques).

As duas estão na mesma direção que você deseja? Ao longo do tempo, você as vê moverem-se juntas, afastarem-se ou irem em sentidos opostos? Suas estratégias para movê-las as fazem andar juntas?

A mensuração pode ser complexa? Claro que sim. Fórmulas com alto grau de detalhamento podem ajudar a ser muito mais específico, preciso e pontual. Mas volto a repetir que se você ficar focado na complexidade das métricas ao invés de usar o que foi adquirido para agregar valor ao seu negócio, você está no caminho errado. A maioria dos negócios precisa de um guia e não uma tese de doutorado.

10 – Métricas estão em constante evolução.

Imagine: você definiu objetivos e configurou suas métricas. Depois da análise, você percebe que não pode aplicar nada de interessante ao que você já tem, ou que precisa de mais dados, mais explicações ou o que seja. Sem problemas. Negócios são processos interativos. Parte arte, parte ciência, parte talento e esforço. O mesmo acontece com o trabalho de mensurar. Quem disse que temos que ter mecanismos infalíveis em 100% das vezes?

Se algo não te dá a informação que você precisa de imediato, mude o procedimento e tente outra coisa. Se esqueceu de algo, inclua. Talvez você acabe encontrando algumas boas combinações que podem ser até melhores do que o que os todo-poderosos do mercado fazem.

Seja mais permissivo, expanda os seus horizontes, converse com pessoas e aprenda a – com o perdão do clichê – pensar fora da caixa.

11 – Mensuração não é só operacional. É cultural também.

Somos ensinados a evitar as falhas, então se rastreamos falhas, não as queremos compartilhar. Manipulamos números para mostrar nosso trabalho sob o melhor dos ângulos, ao invés de aceitar os erros e aprender a melhorar os processos com eles e nos tornarmos mais eficientes. É um problema cultural, baseado em modelos de negócio onde prestar contas é imperativo, a culpa é sempre individual e falha é uma palavra proibida. E mudar isto não é algo que se faz com um simples PPT. É preciso o engajamento das pessoas na mudança de atitude.

12 – Métricas são mais do que ROI.

Medir o retorno do investimento é algo que deve ser feito. Acompanhar gastos (em tempo e dinheiro), quanto teremos em dinheiro ao final de tudo, é prudente.

Mas não podemos limitar a discussão sobre métricas apenas a ROI. Há as questões qualitativas a abordar: percepção, satisfação do cliente e advogados da marca. Também devem ser abordadas as questões quantitativas para que se possa fazer uma comparação com as anteriores e pensar em algo além de lucros, como a redução de custos, por exemplo. Também há que se entender a diferença entre justificar algo pela perspectiva do “já usamos isso há tempos” e olhar para um retorno financeiro como forma de determinar o sucesso.

A máxima “todos os caminhos levam a Roma” está mais relevante do que nunca. Mas muito das mídias sociais não é apenas estar empenhado em vendas (ou o que quer que se aplique a você). Também significa trabalhar para melhorar a possibilidade de atingir o cliente através de todas as outras experiências que estas mídias proporcionam.

13 – “Não se pode medir mídias sociais” não passa de uma desculpa.

Quem diz isso, na verdade quer dizer:

Não tenho as ferramentas adequadas em mãos para coletar os dados de que preciso.
Quando tenho os dados, não sei por onde começar.
Não sei quais dados podem ser combinados com outros para fazer uma boa análise.
Não quero ou não posso dispor de tempo para fazer coleta de dados e análise como parte de meu trabalho.
Tenho medo do que os dados podem dizer sobre a real eficiência do que eu faço.

O primeiro problema é funcional. O segundo e o terceiro são baseados em conhecimento, ou seja, não há resposta correta e requerem prática e esforço mas podem ser resolvidos. Os dois últimos são culturais e provavelmente muito mais atados à personalidade dos envolvidos do que no próprio modelo de negócio. Nesses casos, a discussão é diferente.

Acima de tudo, é preciso parar de culpar a mídia por atrapalhar a métrica. Não é uma falha das mídias sociais de maneira alguma. Elas podem, no máximo, serem acusadas de nos dar informação demais.

Precisamos entender que as práticas de mensuração que desenvolvemos incluem as ferramentas e os dados corretos, a intenção de investir tempo no estudo desses dados para extrair as informações que farão a diferença e se estamos funcionalmente e culturalmente preparados para o que pode surgir. Tanto para o melhor quanto para o pior.

Mas não se enganem. Simplesmente esperar por um manual com tudo mastigadinho é queimar tempo e dinheiro.

fonte: 30 segundos.

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A Budi tem orgulho de anunciar a nossa mais nova conta, Kiara Rocks. Banda que vem crescendo muito no cenário Rock and Roll nacional. Finalistas do programa “Astros” do SBT em 2008, e vencedores deste mesmo programa em 2009. Em 2010 a Banda lançou seu primeiro álbum, no mesmo mês em que o vocalista Cadu Pelegrini participou do reality show “Solitários” também do SBT. Após sua saída do reality a popularidade da banda multiplicou, ganhando notoriedade em vários programas de TV e internet.

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Acaba de sair do forno mais um projeto da Budi internet inteligente. É o site da Bellagio festas e eventos, de Ituiutaba – MG.
Um salão para até 650 pessoas sentadas, climatizado, 2 jardins de inverno, mezanino, o único com mesas e cadeiras tubulares brancas. O buffet, da melhor qualidade e com o melhor cardápio da região. acesse e confira. www.bellagioeventos.com.br

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Studio X

Já está no ar o novo site do Studio X, do saudoso fotógrafo Xiquinho Paparazzo, de Rio Verde – GO.
O projeto é fruto de um intenso trabalho em conjunto com o cliente para dinamizar o contato com prospects e clientes atuais. Dispões de informações pertinentes ao trabalho do fotógrafo e uma galeria sempre atualizada com os trabalhos mais recentes, o que é de suma importância já que o site é uma das principais ferramentas de divulgação da empresa. Conheça o site e veja você mesmo. www.xiquinhopaparazzo.com

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